sexta-feira, 6 de outubro de 2017

E agora?




Sei lá.

MCeQIL, você não acha que o mundo tá cada dia mais esquisitão?


Fiquei sem escrever por muito tempo.
Pra mim mesmo, dei desculpas de falta de tempo, de muita coisa pra fazer.
Mas, lá no fundo, era um imenso vazio, uma quase depressão, uma perplexidade do tamanho do mundo...

Um maluco, do alto de um prédio, descarrega várias armas em pessoas que assistiam a um show de música country.
Matou um monte de gente.

Outro, joga álcool em crianças de até 5 anos de idade, ateia fogo em si mesmo e em algumas dessas crianças.
Cinco pessoas morreram e várias ainda estão sendo cuidadas.

TODO DIA, alguém vai preso, por denúncias de corrupção.
Nem o esporte escapou.

Os políticos (eleitos por nós, não podemos esquecer) se mostram cada vez mais canalhas.
A preocupação é com o “deles”, não importando o povo que os elegeu.

Um maluco tinha 51 milhões de reais em dinheiro vivo, guardado em malas.

Outro, afirma que pagava aluguel nos dias 31 de junho e 31 de novembro.


As obras feitas pelo Estado, são todas superfaturadas, o dinheiro sai pelos ralos da corrupção, enquanto falta dinheiro para escolas, hospitais, presídios, semáforos, asfalto, etc., etc., etc.

A violência nas ruas é absurda.
Temos mortes em números de guerra.
Aliás, tem país em guerra em que morre menos gente que aqui.

Discute-se, nos jornais, se um cara pelado é ou não “arte”. Não sei se é, mas o cara teria recebido dinheiro da tal da “Lei Ruanet” para o seu “trabalho”.
É preciso receber incentivo fiscal – dinheiro - pra ficar PELADO?
Tomo banho todo dia, pelado, e não ganho um tostão pra isso...

Discute-se se outra exposição seria ou não um elogio a “pedofilia”.
Sendo ou não, prefeitos e políticos em geral, pegam “carona” na história, para defender a “família”.
Tá.

Todo dia, “ativistas” de alguma causa (a maioria delas risíveis...) fecham alguma rua em alguma “manifestação”.

Um maluco se filma pilotando uma moto a 400km/h, em uma estrada e coloca o filme na internet, como se fosse uma coisa bacaninha de se fazer.

Outro maluco, Ministro, defende que os planos de saúde sejam mais caros para as pessoas com mais de 60 anos.

Um coreano maluco, com um cabelinho esquisito, gorditcho, fala que tem o dedo no gatilho, podendo começar a terceira guerra mundial.

A “modinha” do momento, é o “politicamente correto”.
Enquanto o mundo pega fogo, os “modinhas” de plantão tocam a harpa do “politicamente correto”: todo mundo, de todos os tempos, ao longo de toda a história da humanidade, estão errados. Os certos são eles.
(Pra esses, sugiro a leitura, com urgência de “Homo Deus”, de Yuval Noah Harari).

Coitados tentam fugir de seus países, em razão de guerra e perseguições e, quando não morrem no mar, só tratados como lixo humano.

Ao mesmo tempo, “celebridades” tem sua vida acompanhada por um monte de gente, como se isso fosse minimamente importante.

Vivemos o PIOR momento da história em relação a música.
Funk, pagode, axé, rap e outras bobagens são consideradas – PASMEM – música!!!


Sei lá.
O mundo tá muito esquisitão.

Tudo isso acontecendo e eu aqui na praça, dando milho aos pombos...

Viva Zé Geraldo.


domingo, 14 de maio de 2017

Você TEM CERTEZA que você é você?




Sei lá...
A coisa é esquisitona.

Sempre achei um absurdo a necessidade de ter um documento que serve, UNICAMENTE, pra provar que EU sou EU.

É o tal do Registro Geral, vulgo “RG”.
A "carteira de identidade".

Pense:


A sua carta de motorista (que em alguns lugares é chamada de “carteira”...) serve pra provar que você está autorizado a conduzir o seu “possante” (alguns possuem um “poçante”: quando o carro sai do lugar, fica uma poça de óleo...) pelas ruas deste nosso Brasil varonil.
(Detalhe: eu tenho uma carta de motorista internacional!!!
Nada mais é que a minha carta brasileira, vertida para o inglês, francês e sei lá mais que língua...)



O seu título de eleitor serve pra permitir que você possa exercer o seu direito/dever de escolher o menos bandido pra representar você na quadrilha de Brasília (ou de São Paulo, ou de sua cidade...).
Mas só “vale” se você tiver um “RG” pra apresentar junto com ele...


Até o certificado de reservista tem alguma (pouca) utilidade: serve pra você levar na Polícia Federal pra tirar o passaporte.
(Pensando bem, que bobagem...)


Tem o C.P.F., que era chamado de “CIC” até outro dia.
Nesse caso, a bobagem é de quem exige que você mostre o “cartão do cic”.
O CPF é tão somente um NÚMERO que é legal você saber de cor. 
Só isso.

Tem a carteira profissional, que serve pra provar que você (nem todos...) trabalha em algum lugar.

Alguns tem uma “identidade funcional” ou “identidade profissional”, que serve pra provar que o cara trabalha em algum lugar ou em alguma função que exige que ele tenha esse documento.


Tem o passaporte, que serve pra provar que você é brasileiro, que está indo pra outro país e pode ficar por lá um tempinho, gastando o seu dinheiro, dando uns “dólis” para o povo daquele país pra onde você foi.

E tem o “RG”.
Que serve pra provar que você É você.

O meu era do tempo do “RG à lenha”.
Não tinha o tal do “dígito”.
Era um formulário verdinho, preenchido a máquina de escrever, por algum diligente funcionário do “IIRGD”.

Resolveram que eu tinha que tirar outro.
Agora feito no computador, fotinho (péssima) digital, e com o tal do “dígito”.

Lá fui eu, pro Poupatempo, munido do meu “RG” antigo, aquele que provava, até pouco tempo, que eu SOU eu.

Lá o carinha olhou, fez cara de “hummmmm....” e disse que, como meu “RG” era antigo, não poderia fazer um novo com base nele.
Eu teria que levar – PASMEM – minha certidão de CASAMENTO!!!



Ou seja.
Mesmo estando divorciado há uns 15 anos, pra provar que eu SOU eu, perante o órgão que vai dar um documento que prova que eu SOU eu, preciso levar um documento que prova que eu, um dia, fui casado e que hoje, não sou mais.

Entendeu, MCeQIL?
Não?
Também não.

Bom, levei a tal certidão (por sorte achei uma cópia autenticada escondida em algum lugar em casa) e, como que por mágica, a coisa rolou.
Ou quase.
Agora, tenho que esperar uma mensagem de SMS e, depois de três dias após receber a tal mensagem, vou buscar o meu “RG” novo, com dígito!!!

Simples, fácil, prático e a prova de idiotas.
Ou não.

E.T.: meu digito é “7”.
Queria que fosse “x”.

E.T. 2: parece que, finalmente, aprovaram um “documento único”, que vai substituir uns dois desses que mencionei acima.

Lá vou eu pro Poupatempo novamente...

sábado, 18 de março de 2017

A vingança dos vegetarianos




Otto Von Bismarck já dizia: “Que o povo nunca saiba como são feitas as leis e as salsichas”.

Meu pai, um gozador, contava que, um dia, viu uma designação sua em uma salsicha, feita de “Diário Oficial”.

O certo é que, agora, o rei ficou nu: comemos papel, papelão, um monte de químicos e carne estragada.

Rapaz...

Será isso a vingança das vacas?
Ou a vingança dos vegetarianos?

Pessoalmente, vou continuar a comer carne.
O máximo que pode acontecer é ficar com o estomago “embrulhado”... (Entendeu? Entendeu?)


Vivemos em um mundo esquisito.
Nunca a humanidade teve tanta comida a disposição (mesmo havendo gente passando fome).
Mas, para ter comida pra (quase) todo mundo, comemos peixes com mercúrio, milho transgênico, leite que não é leite de verdade (analfabeto não pode beber: tem leite "A", "B", "C", em pó, condensado, de soja...), goiabada feita se xuxu, suco de frutas que não é suco (é “néctar”), tomates e alface com agrotóxico, morangos mutantes, galinha com hormônio e, agora, descobrimos que comemos carne de papelão.

Sem contar que, num dia, ovo faz mal, para, no dia seguinte, fazer bem.

E o que falar do BACON?!?!?!
Salgadinhos de pacote?!?!?!
Miojo Lamen ?!?!?!
Mandiopã (ainda existe isso?) ?!?!?!


Tá feia a coisa.

Lembro de uma propaganda antiga, de uma churrascaria. O cara, vestido de branco, cadavérico, olheiras, paradão, com uma voz fraquinha, dizia algo como “estou muito mais feliz depois que virei vegetariano”.
Mudava o quadro e um povo bonito, feliz, bem vestido, comia picanhas e filés...

Tem um filme nacional, antigo, chamado “A marvada carne” (1985).

Nele, o personagem principal, um “matuto”, passa o filme todo tentando comer carne de boi, que ele não conhecia.

O filme termina com um baita churras.

Sempre “devorei” livros (no sentido figurado).
Talvez, deva agora pular o “boi intermediário” e passar a, efetivamente, comer as páginas do livro.

Lembrei agora: lembra, há alguns anos, de um "escândalo" de uma empresa (acho que era "Boi Gordo") que vendia "boi de papel"?
O "mané" (você) investia em ações da empresa, que valorizariam quando os bois engordassem e fossem vendidos.
Depois, descobriu-se que era, na verdade, um esquema de "pirâmide", que deu um p... prejuízo pra um monte de gente.
Mas os caras, de alguma forma, eram honestos: vendiam "
boi de papel" e assumiam isso!!!

Agora, perguntando numa boa: na idade média a população vivia até uns 35/40 anos. Um cara com 60 anos era ancião!
Comia-se uma única vez por dia, a “potage”, uma sopa que era feita com tudo que se encontrasse e no mesmo caldeirão. Era “refeita” e “reforçada” todo dia.

Bebia-se cerveja, já que a água, contaminada, podia matar. A cerveja, acredite MCeQIL, era mais saudável!!!

Hoje, fala-se em colocar como idade mínima pra aposentadoria, os 65 anos, porque a idade média da população subiu!!!
Tudo isso com a gente comendo carne de papelão.


Imagine se só tivesse comida boa...



quinta-feira, 16 de março de 2017

O Brasil é o país do futebol.




Imagine, MCeQIL, que você, depois de muito tempo, resolve ir a um estádio de futebol, ver o seu time do coração jogar.

Você não é um "expert"no nosso “esporte bretão”. Mas conhece o básico do jogo.
Sabe a cor do time que tem que torcer; sabe que o jogo tem dois tempos de 45 minutos; sabe que aquele cara que nunca pega na bola é o “juiz” (na verdade ele é “árbitro”...); aqueles dois que seguram uma bandeirinha são os “bandeirinhas”; que cada time tem 11 jogadores...

Aí você tá lá.
Vendo o jogo.

E aos 12 minutos do segundo tempo, quando seu time está ganhando de 1x0, o juiz para o jogo.

Vai até a linha lateral, meio sem saber o que está acontecendo Chama os “bandeirinhas”. Chama o tal do “quarto juiz”. 

Discute que discute.

E chama os capitães e técnicos dos times.

Avisa que acabou de receber uma mensagem de texto, da FIFA, informando que as regras do jogo mudaram: a partir daquele momento, não existe mais a regra do impedimento. Os “bandeirinhas” estão dispensados. Ele vai, sozinho, tomar conta do jogo.

O jogador que  praticar uma falta e levar cartão amarelo, tem que pedir desculpa pro "amiguinho".
Se levar cartão vermelho, tem que ficar até o fim do jogo ajoelhado no milho.

Avisa, também, que o time que estiver perdendo, aos 45 minutos do segundo tempo, terá direito a cobrar um pênalti, mesmo que não tenha havido falta na área.

Tá parecendo alguma coisa que você conhece?
Pois é.


Mudar a regra do jogo durante o jogo ou trocar o pneu do carro com o carro andando, não é HONESTO.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

SÓ PRA COLOCAR AS COISAS EM PERSPECTIVA...




Somos feras.
Somos o orgulho da criação!!!

É, MCeQIL, pertencemos ao grupo de seres vivos conhecido como Homo Sapiens (não, caríssima ex-presidentA... não existe Mulher sapiens...)

Tem uns que dizem, inclusive, que ultrapassamos essa coisa de “Homo Sapiens”. Seriamos, hoje, Homo sapiens sapiens!!!

Feras!!!

Lemos e escrevemos; chegamos na lua; conduzimos veículos supermodernos; voamos de um lado para outro do mundo; carregamos, no bolso, um computador que permite falar com qualquer um; cozinhamos nossa comida sem fogo; bebemos coisas esquisitas, pretas, com bolhinhas; matamos nossos inimigos a distancia, puxando um gatilho ou apertando um botão; vemos televisão via satélite; a cada dia desvendamos um dos segredos do universo; compramos o bife nosso de cada dia no açougue da esquina; vestimos roupas adequadas ao frio ou calor que sentimos; usamos sapatos, tênis, chinelos e (credo) até sandálias havaianas e “crocs”; curamos nossas doenças com remédios que vem em comprimidos; moramos empilhados uns em cima dos outros; marcamos nossos compromissos usando relógios movidos a bateria; localizamos-nos no mundo usando GPSs; imprimimos em 3D!!!

Cara, como somos bons!!!

Tá.
Mas vamos pensar um pouquinho.
Será que somos tão bons assim mesmo?

Ora, MCeQIL Sapiens, conta aí pra nós: dessas coisas que eu citei, QUANTAS FOI VOCÊ QUE INVENTOU?
Ou quantas de coisas você REALMENTE sabe usar?

E, quer saber?
Não somos tão bons assim.
Dúvida?

Pense no seguinte: imagine que você voltou no tempo. Até a pré historia. Lá atrás...
Você não levou nada. Nadinha. Chegou lá peladão.
Você precisa arrumar roupa.
Pra isso, precisa matar um bicho grande, pra poder usar a pele. 
A boa notícia é que se você matar o tal bicho, você já arruma comida também.
Mas como matar o bicho?
Precisa de um arco e flecha.
De madeira. Que você tem que cortar, sem possuir um machado, uma faca, ou mesmo um canivetinho suíço.

Sem contar que não tem a corda pra fazer o arco.
Da pra fazer a corda do arco com o tendão (com o que?) do bicho que você irá matar com o arco e flecha que você irá fazer com o tendão dele.
Uma impossibilidade lógica portanto.

E a flecha?
Como fazer a ponta de metal?
Ou de pedra?
Onde arrumar as penas para dar direção à flecha?

Ok.

Faça uma lança.
É mais simples!
Um pedaço de pau, com a ponta endurecida no fogo.
(Nem vou falar, de novo, que você não tem um machado, uma faca, ou mesmo um canivetinho suíço pra cortar o pedaço de pau.)

Só vou falar que você tem que fazer fogo.
Sem isqueiro.
Sem fósforos.
Sem álcool.

Esquece a roupa e se concentre na comida.

Vamos pescar!!!
Afinal, adoramos peixe cru.

Cadê a vara de fibra de carbono?
A linha multifilamento?
O molinete com um porrilhão de rolamentos?
A caixa com um monte de iscas artificiais?

É... Tá ficando difícil viver nessa tal de pré historia...

Mas, adivinhe?
Se você está aqui, lendo isso que escrevi, é porque algum ancestral seu, que viveu lá naquela época, CONSEGUIU FAZER TUDO ISSO!!!
E ensinou os filhos.
Que ensinaram os seus filhos...

Até que chegamos aqui hoje.

Preocupados com o aquecimento global e com a explosão demográfica.
E se “grafite” é ou não “arte”.
Se devemos ou não censurar marchinhas de carnaval.

Na verdade, MCeQIL Sapiens, você é um tremendo mané, cheio de mimimi, incapaz de sobreviver sozinho.


Recolha-se a sua insignificância.



E quanto tiver um tempinho, veja se aprende a fazer fogo com dois pauzinhos...


segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

"El tiempo passa..."

Vou falar uma frase que NINGUÉM falou ainda na história da humanidade:


O TEMPO PASSA...


Rapaz...
E como passa rápido.


Ontem, no almoço, me despedi da Fer, minha sobrinha.
Tá indo pra Londres (chique pacas!!!), estudar por alguns meses.
Nada de mais.
Todo mundo faz isso hoje em dia.

Mas, até outro dia, ela estava brincando com o meu filhote que, este ano, JÁ TEM QUE SE ALISTAR!!!



Pergunto: pra onde foram parar esses anos todos?
Quando essas crianças cresceram?

Tem um monte de sobrinhos que já saíram ou estão saindo de casa, para trabalhar.
FIZERAM FACULDADE!!!!
Aliás, tem sobrinho que saiu, voltou e já está pra sair de novo!!!

Outra, tá mudando amanha. "Pra ficar mais perto do emprego", disse o pai.
Emprego?!?!?
Ela tinha que estar brincando!!!!

Tem sobrinha com “namorado firme”.
Cacilda, já aprendeu a limpar o nariz (minha mãe diz outra coisa, mas eu sou educadinho...) pra ter “namorado”?

E tem uma outra que, acreditem, VAI CASAR.
Sério.
Este ano.
Com o namorado.

E estamos todos “se mexendo”, pra ajudar no casório.

Pode isso, Arnaldo?

Acho que pode.

Tá certo.

O tempo passa, o tempo voa, o mundo gira, o Bamerindus quebrou e a Lusitana (acho que) ainda roda.

Eu estou por aqui, MCeQIL, olhando tudo com a boca meio escancarada e (ainda) cheia de dentes.
Pasmado.

Mas, vamos lá.


Vai lá, Fer, visita o Sherlock Holmes, mas vê se volta.


Muda de casa, Malu, mas vê se volta.


Rô, vá trabalhar, mas vê se volta.


Casa lá, Ana, mas vê se volta.


Rafa, tá por aqui, continue.


Carol, tá por aqui (depois de ter ido e ter voltado), continue.


Mateus, filhote, vá se alistar, mas fique por aqui.


Marina, filhota postiça, vá terminar a faculdade, mas fique por aqui.


Eu continuo olhando para vocês, como se vocês fossem crianças.


Beijos do tio (pai, ou qualquer outra coisa...) pentelho.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

VIVA SAMPA!!!!

No dia do aniversário de São Paulo, vivemos mais duas facetas do “politicamente correto” e da “ditadura das minorias” que, na verdade, é a mesma coisa.

MCeQIL, olha o absurdo da coisa (que já falei aqui): o prefeito petista expulso da Capital de Todos os Paulistas, da cabeça dele, sem consultar ninguém, resolveu que baixar a velocidade das Marginais (vias expressas de tráfego rápido) era um bom negócio.

O novo prefeito, que expulsou o entulho petista, também da cabeça dele, achou que era bom aumentar a velocidade de novo.

Um grupelho de bicicletistas (a tal da “minoria”...), então, entrou com uma ação judicial para barrar o aumento de velocidade.
Logo eles que NÃO DEVERIAM andar nas marginais, pois tem as inúteis ciclovias, também ideia do petistinha bossa-nova.

Um Juiz barrou o aumento de velocidade.
E o Tribunal falou que podia aumentar.

MAS ATÉ AGORA NÃO VI NINGUÉM, EFETIVAMENTE, TRABALHAR PARA TIRAR AS MOTOCICLETAS DAS MARGINAIS, TIRAR OS AMBULANTES DAS MARGINAIS, TIRAR OS PEDESTRES DAS MARGINAIS!!!

E o atropelamento desses caras seria a “desculpa” para diminuir a velocidade das Marginais.

A solução petista foi: o cara tem uma doença grave. Para cura-la, mata-se o paciente.
A solução do Doria foi, volta tudo como era antes e vamos ver como fica.

Todos sabemos que a redução da velocidade das Marginais foi mais uma ação da sanha arrecadatória petista.
Multa neles”, deve ter gritado, orgásticamente, Haddad.

Não gosto de andar a 50 km/h nas Marginais (ainda que ache que, em todas as outras vias isso seja factível).
Mas, se tirarmos os “mortoqueiros”, os bicicleteiros e os ambulantes das Marginais, os atropelamentos e mortes vão diminuir.

Outro grupelho minoritário que está se mexendo, é o dos “grafiteiros”, agora chamados de “muralistas”.

(Nem estou falando dos “pichadores”. Estes são criminosos.)

Há um porrilhão de anos atrás, os homens das cavernas já “grafitavam” as cavernas de Lascaux.
Desenhavam cavalos, bisões e sei lá mais que bichos.

Não se sabe se aquelas pinturas eram representações de caçadas bem sucedidas ou se eram “pedidos” de boas caçadas.



Mas estão lá até hoje.

Outro “grafiteiro” que merece a minha admiração é um tal de LEONARDO DA VINCI. 
Já ouviram falar desse cara?
O cara fez um “grafitezinho”, nas paredes de uma igreja, que existe até hoje.
Uma pintura de uma tal “Santa Ceia”...





Agora, na boa: qual a semelhança que temos entre Lascaux e Da Vinci com as figuras esquisitas, "malacabadas" (como diz Jairo Marques), disformes que querem nos impor nos tais “grafites” de Sampa?








Até tem algumas coisas bonitas.




Mas aqueles“bichos estranhos”... gosto não...

Sei lá.
Admito o meu “semianalfabetismo cultural”.
Olho para um quadro, uma pintura e sei dizer “bonito” ou “feio”; “gosto” ou “não gosto”.
Nada mais que isso.

E, no mais das vezes, acho os tais “grafites”, feios.

Uma “p... ideia” como diz meu irmão: que tal “pintar” São Paulo de VERDE, plantando árvores, jardins suspensos, arbustos e flores ANTES de passar tinta colorida nos muros e monumentos da cidade?



PARABÉNS, SAMPA!!!!